sábado, junho 04, 2005

há quanto tempo..

Eita, faz tempo que num posto né? Mas também, ninguém lê, hhihihiihihihi
Já que ninguém lê vou postar alguma coisa que gostaria de mostrar, mas que ninguém visse hihihiih lá vai...

Sem visão
Audição
Tato
Olfato
Ou paladar...

Apenas beijos
Meus beijos
Na dura
Fria
E crua
Pele morta
Pro que está
Além
Do Umbigo.

segunda-feira, maio 23, 2005

Parabéns!

Êêêê

Como só eu sei desse blog, gostaria de dar parabéns para mim mesma pelo meu aniversário hoje!
Chegou a hora de apagar as velinhas, vamos cantar aquela musiquinhááá'

PARABÉNS, PARABÉNS, pelo seu aniversário! Salve Salve palhaço carequinha hihihihi

Até o momento o dia está feliz hihihihi
bjos pra mim hihihihi

segunda-feira, maio 09, 2005

A hard day night

Odeio tudo que há. Porque o que há, não existe.

quinta-feira, maio 05, 2005

la petit fille dans le monde de pois

ou A pequena menina no mundo de ervilha ...

Interessante não?

Ela é tão pequena que cabe na ervilha.
No mundo de ervilha vive uma pequena menina
a menina da ervilha.
Ela nunca conheceu a sua ervilha toda, mas mora lá
desde que nasceu.
Ela não cresce, a menina da ervilha. Mas a ervilha cresceu com ela.
No mundo da ervilha, não existem árvores, só a pequena menina.
Ela até que gosta da sua ervilha.
E ela vive enquanto a ervilha viver.
Ela tem uma boneca, a menina.
O nome da boneca é pqna.
ela é a pqna da ervilha. Petit de Pois
em português: petitdepoá
abreviando: petipoá mesmo...

é a vida nesse meu lugar

Já se nota que gosto de escrever. Mas apenas quando estou triste. Raramente se nota que estou triste, só quando estou muito triste, poque estando triste, finjo. Muito triste, pareço apenas triste.

Meu fingimento então consiste em desfarçar a tristeza. Não sendo possível disfarçar muita tristeza. Pois muita tristeza pede o fingimento proporcional de alegria, que é difícil no momento de grande tristeza.

Nota-se também que gosto de escrever besteiras. Afinal, não estou triste. É tudo uma grande brincadeira.

Queria escrever poesias. Já escrevi há algum tempo atrás. Aparentemente elas revelavam minhas tristezas e sentimentos de uma maneira pouco compreensiva para a maioria das pessoas. é interessante falar sem dizer. Mato o meu desejo de expressar o que sinto, sem revelar de fato o sentimento completo. Trata-se da minha eterna luta geminiana de manter-me sempre no meio termo, evitando decisões e consequências. Ao menos consigo tomá-las, desde que não me revelem...

Devo gostar de fingir. Não estou triste. A vida é uma festa, praticamente o bacanal de herodes das decisões..


ps.: eu já disse que o template desse blog é a minha cara?

quinta-feira, abril 28, 2005

A dark day

Tava catucando esse blog. Muitas coisas para fazer...mas a vontade me falta. Sabe como é né, desânimo, desalento, indiferença e sono. Não sei bem o que estes sintomas significam.
Enfim. Na minha inércia noturna, após o trabalho, vegetei em frente ao mais vegetativo dos vegetativos aparelhos domésticos, a tv. E pensar que quando era criaça queria trabalhar pra globo...talvez ainda queira, quem sabe...

Enfim novamente. A dark day. É, vi essa expressão numa dessas séries americanas de tv a cabo. Vi hoje a noite, por isso falei da tv. Ela me influenciou a nomear o post. Tratava-se do dark day de um personagem. Um determinado dia, todo ano ele se retira. Fica sozinho, principalmente porque fica muito chato. Eu tenho tido dark days. Vontade de me isolar e ao mesmo tempo indiferença com relação ao assunto. Eu sou estranha mesmo. Eita, já tinha me denunciado do sexo feminino antes? Hummm, nã lembro..mas quem se importa...

Sabe, eu poderia ficar aqui, escrevendo por horas, é bem verdade...simplesmente não me importo de continuar escrevendo as asneiras que vêm na minha cabeça...eu acho isso estranho, mas talvez não seja não é?

Lembrei de uma coisa, vou colocar no próximo post..tô sem saco de escrever agora...

quarta-feira, abril 27, 2005

é isso aí

Sabe, esse é o blog que mais gostei de criar. Num momento cru de tristeza pela simples falta da felicidade, sem influências ou grandes decisões just for write to myself sei nem se isso tá certo...mas who cares?

Eu só tenho vontade de escrever quando estou triste, solitária ou algo do gênero. Quando criança queria ser escritora. Escolha difícil a minha, escolher a escrita seria o mesmo que escolher a melancolia para mim, pois que escolhi a felicidade, ainda que com parcelas de tristeza. Resolvi não escrever. Não uma daquelas resoluções que se tem em voz de pensamento alta, mas que se instala com o tempo. Foi o que aconteceu, caí na farra, decidi esquecer amores non gratos. Escondi todos debaixo do tapete. Uma pequena traquinagem. De vez em quando alguma poeira sobe...mas eu abafo..não arrisco mais nesses assuntos, se acaso existe um modo de não arriscar.

Eis que me encontro com pessoas que gostam de mim. Hoje li eu te amos direcionados à minha pessoa, mas nem parece. O sentimento instalado é o do cansaço, da espera do que não vem, não como eu quero. Cansaço da solidão abafada por vezes, mesmo quando acompanhada daquele que me tira je te ame dos lábios, isso é muito chato.

Me pergunto se apenas eu me sinto insatisfeita com essas coisas...Antes a ignorância...nem teria tempo de pensar na relatividade dos seres...mas provavelmente na farra de amanhã...

Mas a vida é assim, injusta com os que pensam nela. Ela deve ser casada com o tempo..aquele velho ranzinza que vive implicando com a gente. Eles devem ter uma casinha na colina mais alta do universo, com uma lupa fenomenal, para que possam nos observar um a um e saber exatamente no que estamos pensando. Se for na vida..o tempo fica mais lento, preguiçoso..deve ser ciúme... ela por sua vez se sente mais vaidosa e faz você lembrar de cada capricho que cometeu, que você cometeu com ela...

Mas a casa deve ser bonita...pena que eu acho que eles devem brigar muito...a vida e o tempo..

Petit Poa no ar

Este blog será, louco, lânguido e sem fim como as mãos vinicianas.

Prometo não me preocupar com ele, bem como escrever apenas quando realmente estiver com vontade, para que desconhecidos conheçam minha vida, sem nunca me conhecer.